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SEDA PELO MUNDO


 Trabalho em A4, estilo cartoon e finalizado com lápis de cor comum,,,

POVO PALHAÇO?


 E  o povo continua a não ser levado a sério..

ESPÍRITO AMAZÔNICO RECICLE


 Trabalha realizado para exposição do Salão de Piracicaba ( LÁPIS E COLORIZADO NO CORELDRAW)

INDAVIRUS COLOR - IA


 Tratamento da ilustração com IA, no mínimo interessante o resultado.

TRETA 2 - COLOR

 


ELE OU ELA...?


 Discódia das boas.. pedra... papel ... tesoura!

SAL GROSSO PRO JOTA CÊ


 Jota Cê, toma banho de sal grosso, pra tirar urucubaca das bravas...

PAI ATANÁSIO DIZ...


 Mais uma de Pai Atanásio.

SAMURAI PAVAN SAN

Leoel Pavan no ataque contra ASPONES DE CAMBORIÚ"
 

SUPER HAVAN CONTRATACA


 Luciano Hang na luta contra PIXADORES em Brusque.

FARINHA POUCA MEU "VOTO" PRIMEIRO

 

João, Décio e Jorginho no processo de pedir VOTO - SC.

BONITOS NA FOTO


 Maior ajuntamento de Políticos por m2, reinauguração trecho da BR101 - Itajaí/Brusque/Florianópolis e Curitiba

AMIZADE ETERNA - DALMIR E JOTA CÊ


 

FALCON CATARINENSE


 

POMBA VÉIA DA PAZ "Uma critica social pela paz mundial"


 



Dalmir Souza: Pomba Véia da Paz - A Crítica Visual por Trás Deste Cartoon
Olá a todos! Sejam bem-vindos de volta ao DALMIR SOUZA DESENHOS. O trabalho de hoje é uma reflexão visual que intitulei “Pomba Véia da Paz”. Como cartunista, meu objetivo é muitas vezes usar o humor e o exagero para tocar em temas sérios, e esta peça é exatamente isso. Ela nasceu de uma inspiração para exposição de cartoons na SERVIA, cujo o tema está atrelado a “PÁSSAROS” como estamos vivendo dias cruéis disputas territoriais, ou seja, está em incursão a “GUERRA DA UCRÂNIA X RÚSSIA e a mais ressente entre ISRAEL e a PALESTINA, sendo que por muito tempo se utilizou a POMBA BRANCA como símbolo de Paz.
A intenção foi expor que o símbolo pode ser meramente gráfico e que pouco ou nada contribuiu para a evolução do término do conflito armado. Quer ver como cheguei a esse resultado? Continue lendo!
O Processo Criativo e a Técnica
Para criar a “Pomba Véia da Paz”, utilizei uma técnica mista, que combina o toque manual com a finalização digital.
  1. Esboço Inicial: Comecei o trabalho no papel A4 simples (sulfite) com um lápis comum para esboçar e posicionar os elementos do trabalho. O desafio foi dar ao personagem uma expressão de cansaço, exagerando as olheiras e o pescoço flácido, e que este tipo de mensageiro da paz já está em desuso “APOSENTADO”.
  2. Digitalização e Arte Final: Mantive o contorno a lápis deixando amostra os rabuscados da criação e escaneei o esboço e importando-o para o software INKSCAPE pra adicionar alguns itens que considerei importante dentro da composição e a coloração realizada na ferramenta GIMP, é importante citar que as duas ferramentas são gratuitas (free).
  3. Cores e Textura: Usei a paleta de cores frias e escuras e para simbolizar o ato da guerra, as cores cinza,  azul e o verde predominaram para inserir clima de desolação e depressão acentuada pelo que o personagem (pomba) estaria vivendo naquele ambiente pesado (caos). A textura, suja foi adicionada usando o pincel e o spray em conjunto com a borracha adicionando varias espessuras e transparências para reforçar a sensação de desgaste moral do personagem.
Todo o processo levou aproximadamente 2 dias inteiros e é um ótimo exemplo de como a arte digital pode complementar o traço tradicional.
Dicas importantes
Ao criar personagens que transmitam emoções complexas, como eu fiz aqui, uma dica é: estudar o movimento e expressões do personagem, ou usar cores complementares e analisar os sombreamentos e direção de LUZ (importante). O exagero, quando bem aplicado, é a chave para o cartoon de sucesso!
Espero que tenham gostado da análise por trás desta charge. Lembrem-se que o desenho é uma forma de diálogo. O que este cartoon faz você pensar? Deixe seu comentário abaixo!
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SORRIA!!!!


 "SORRIA": O Processo Explosivo da Arte Digital 

Introdução: O Que Esconde Um Sorriso?

A arte digital, intitulada "SORRIA", é uma peça que agarra e perturba. Usei o título mais amigável, a obra subverte a cordialidade, transformando o sorriso em uma exibição grotesca e ameaçadora.

Este artigo desvenda a anatomia desse monstro visual e mergulha no processo criativo que transformou uma ideia inquietante em uma obra de impacto. Se você busca inspiração para quebrar limites artísticos, prepare-se para entender a técnica por trás dessa dicotomia entre o título gentil e a imagem bizarra.

Análise: O Cartoon da incógnita

"SORRIA" explode em cores e linhas, encaixando-se no estilo Cartoon Underground ou Lowbrow Art, com forte influência de quadrinhos cômico. Sua força reside na dualidade: o convite simples do título é negado pela figura central. O sorriso que vemos é uma boca cavernosa com dentes superdimensionados, pronta para engolir o que estiver por perto – talvez a inocência representada pela minúscula figura em vestido listrado na parte inferior.

A composição é agressiva e centralizada, dominada pela boca.

  • Cores: O azul profundo do fundo cria mistério, contrastando com o laranja/marrom da pele. O vermelho vivo de lábios e gengivas intensifica a sensação de agressão.

  • O Foco nos Dentes: Este é o coração da obra. Cada dente é detalhado com mini-faces zangadas ou agitadas, transformando a arcada em uma multidão de frustrações presas. A obra é, na verdade, um agregado de pequenas angústias.

  • Detalhes Absurdos: Os brincos esféricos verdes e o minúsculo vestido azul e branco injetam um toque de absurdo, acentuando a vulnerabilidade esmagada pela magnitude da criatura.

Processo de Criação: Da Ideia ao Impacto Digital

A criação de "SORRIA" segue o fluxo de trabalho digital, combinando planejamento e execução técnica.

A Ideia Central é a subversão da felicidade. Foi concebido a boca como um portal, definindo a proporção exagerada no esboço inicial. Esta fase foi vital para estabelecer a perspectiva de baixo para cima, que confere grandiosidade ao personagem principal.

Como uma peça digital de forte traço manual, o software utilizei Inkscape e GIMP, operado através de escaneamento e ajustes com as duas ferramentas.

  • Pincéis: Pincéis de textura que simulam nanquim ou caneta de tinta são essenciais para os contornos grossos e energéticos. Pincéis macios (airbrush) são usados para a coloração e sombreamento digital.

  • Line Art: O rascunho é convertido em traços limpos e fortes. A nitidez dos contornos dá vida à forma e é o esqueleto da arte final.

  • Base Color: As cores chapadas são aplicadas em camadas separadas: azul no fundo, branco nos dentes, e as cores de pele e lábios.

A obra adquire profundidade e seu caráter único.

  • Sombreamento: A luz é aplicada de cima. O sombreamento usa cel-shading (transições nítidas), reforçando o estilo de quadrinhos.

  • A Personalidade dos Dentes: Este é o diferencial. Investi tempo desenhando expressões faciais detalhadas em cada dente, transformando-os em mini personagens.

  • Textura e Fundo: A textura de pelo desgrenhado é adicionada ao queixo com traços digitais rápidos. O fundo azul recebe um efeito de névoa pulsante (linhas em zig-zag), intensificando a energia e o movimento.

Lições e Dicas Rápidas

"SORRIA" ensina que o impacto emocional não é acidental, mas resultado de escolhas técnicas.

  1. Linha Expressiva: O traço não é apenas contorno; ele é a emoção da peça. Use line art grossa e dinâmica para dar peso e estilo.

  2. Choque Visual: Quebre a expectativa. Subverter conceitos familiares (como o sorriso) cria atenção imediata.

  3. Contraste Funcional: Use o contraste de cores (vermelho/azul) e o contraste de escala (monstro/figura pequena), mantendo a coerência estilística em todos os elementos.

Conclusão: O Legado do Bizarro

"SORRIA" é um forte comentário visual sobre a pressão social e a emoção mascarada, expressa através de uma fusão magistral de estilo lowbrow e técnica digital. A obra nos lembra que a criatividade floresce onde a expectativa é quebrada, transformando o familiar em um instrumento de fascínio e reflexão.

Analisando o processo, da ideia do caos à execução detalhada, revela o trabalho minucioso por trás da espontaneidade aparente.

LOUCO DO ISOPOR


 

A Complexidade da Simplicidade: Desvendando a Textura do Isopor

Como um Simples Bloco se Transforma em uma Obra de Arte Realista com o Lápis Grafite.


Introdução: O Desafio Escondido no Cotidiano

À primeira vista, o isopor (ou poliestireno expandido) é um material mundano, leve e descartável. No entanto, para o artista visual, ele representa um desafio técnico fascinante: como capturar sua textura granular única, sua fragilidade e a maneira como interage com a luz?

A obra em análise prova que a beleza e a complexidade podem ser encontradas em qualquer objeto, desde que se aplique uma observação aguçada e domínio técnico. Este desenho a lápis de um bloco de isopor não é apenas uma representação; é um estudo de luz, sombra e, acima de tudo, de textura. Mergulharemos agora no processo criativo por trás desta peça, revelando as etapas e ferramentas necessárias para dominar a arte de desenhar o que é "simples".

Processo de Criação: A Busca Pela Textura

O processo de criação de um objeto de textura complexa como o isopor, a julgar pelo resultado final, foi metódico, dividido em etapas críticas que garantem o realismo:

1. Ideia e Esboço (Layout)

O primeiro passo foi a observação. Precisei definir o melhor ângulo para que o bloco de isopor fosse visto, aproveitando as bordas e as quinas para estabelecer a perspectiva.

Esboço da Forma: Foi utilizado um traço leve com lápis H, para desenhar o contorno preciso do bloco e demarcar as áreas de luz e sombra (o chamado layout). O mais importante nessa fase foi garantir que a forma cúbica fosse tridimensionalmente correta.

2. Estabelecimento do Contraste (Luz e Sombra)

Em seguida, meu foco se voltou para a iluminação. É visível que a luz incide fortemente de uma direção, criando sombras projetadas nítidas.

Preenchimento Básico: As áreas mais escuras foram definidas rapidamente (com um lápis B ou 2B). Esse contraste inicial é essencial, pois é o que dá volume ao objeto antes mesmo de detalhar a textura.

3. Renderização da Textura Granulada

Esta é, sem dúvida, a fase mais exigente do desenho a lápis. A textura do isopor é um agregado de pequenas esferas. Eu não simplesmente rabisquei mas trabalhei pacientemente:

  • Pontilhismo e Mini Círculos: Para imitar os grânulos, o utilizei uma combinação de pontilhismo muito sutil e pequenos círculos variados para dar a impressão de poros e irregularidades. Onde a luz é mais forte, a marcação é mínima, e onde a sombra é mais intensa, os pontos são mais densos e escuros, usando um lápis mais macio  6B.

  • Esfumaçamento Estratégico: As áreas entre os grânulos podem ter sido sutilmente esfumaçadas para dar a impressão de profundidade sem perder a característica "áspera" do material.

Materiais Utilizados

Para alcançar este nível de detalhe e realismo, o artista provavelmente utilizou um conjunto de ferramentas profissionais de desenho a lápis:

Papel: Uma folha de gramatura média a alta (acima de 120g/m²), com textura suave ou "hot pressed", que suporta camadas de grafite sem rasgar e permite o esfumaçamento controlado.

Lápis de Grafite: Uma gama variada de durezas é crucial:

  • Lápis Duros (H, 2H): Para o esboço e linhas guia, garantindo que o traço não deixe marcas permanentes.

  • Lápis Médios (HB, B, 2B): Para a tonalidade geral e preenchimento das sombras.

  • Lápis Macios (4B, 6B, ou superior): Essenciais para alcançar os tons escuros profundos nas sombras projetadas e para dar peso à textura mais escura do isopor.

  • Ferramentas de Limpeza e Refinamento:

    • Borracha Maleável (Limpa-tipos): Usada para clarear grandes áreas ou criar reflexos (highlights) sem danificar o papel.

    • Esfuminho ou Cotonetes: Usados com cautela para uniformizar sombras e dar suavidade a algumas arestas.

Dicas do Autor a Quem Se Interessar em Desenhar

Para aqueles que se sentem inspirados a enfrentar desafios de textura como este, o processo de criação sugere algumas lições valiosas:

  1. "Desenhe o que Você Vê, Não o que Você Sabe": O isopor é branco, mas sua representação realista exige o uso de tons escuros grafite 6B nas sombras. Concentre-se em reproduzir as formas das sombras e não apenas a cor do objeto.

  2. Paciência é a Chave para a Textura: A renderização de materiais granulosos, como o isopor ou concreto, não pode ser apressada. Construa a textura gradualmente, ponto por ponto, esfera por esfera. Varie o peso da sua mão e o tipo de lápis para evitar que a textura fique monótona ou artificial.

  3. Use a Borracha como Ferramenta de Luz: A borracha maleável não serve apenas para corrigir erros. Utilize-a como uma ferramenta de subtração, tocando as áreas de textura escura para puxar o grafite e criar pontos de luz intensa, imitando o brilho refletido nas pequenas esferas do material. Isso adiciona o toque final de realismo à sua obra.

Este desenho a lápis é um testemunho de que a excelência está na atenção aos detalhes e na capacidade de transformar o ordinário em extraordinário.

PAI ATANÁSIO 6


 

PAI ATANÁSIO 5


 

PAI ATANÁSIO 4


 

PAI ATANÁSIO 3


 

PAI ATANÁSIO 2


 

PAI ATANÁSIO